quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Vereador nega furto de notebook da Câmara municipal

O vereador de Nova Venécia, Ronaldo Mendes Barreiros, negou, nesta terça-feira (10), que tenha furtado o notebook da Câmara, conforme a denúncia do Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES). O parlamentar disse ainda que ainda não foi notificado, mas vai provar inocência.

Ronaldo foi denunciado por peculato-furto de um notebook que pertence à Câmara Municipal de Nova Venécia, onde ele trabalha. De acordo com a denúncia, o vereador retirou o notebook do Gabinete de Vereadores e o levou para casa, em janeiro de 2017. O MP-ES ainda informou que ele retirou o número de patrimônio do equipamento.

"Se você pegar o meu depoimento na delegacia, é o que estou te falando, é um equipamento de uso pessoal. A polícia encontrou um notebook que era meu, de uso da Câmara, que fica com os vereadores, como todos os outros têm. Esses notebooks são portáteis e instrumento de trabalho dos vereadores. Eu não tenho conhecimento do processo, de nada. Então eu tenho que esperar ser notificado. Mas o que eu posso garantir que vou provar minha inocência", afirmou o vereador.

A denúncia

Imagens de câmeras de videomonitoramento da Câmara mostram Ronaldo saindo do local com um objeto preto semelhante ao notebook, no dia 2 de janeiro, por volta das 9h35.

Para apurar o desaparecimento, o vereador prestou depoimento na Delegacia de Polícia, negando que estivesse com o aparelho. Nessa época, em depoimento no dia 22 de maio, Ronaldo chegou a dizer que não havia saído da sala com um notebook, mas sim com uma pasta com documentos pessoais, de cor preta.

Assim, a polícia cumpriu mandado de busca e apreensão na casa dele e localizou o notebook, que passou por perícia técnica, confirmando ser o mesmo aparelho usado na Câmara.

Com isso, o MP-ES requer a prisão preventiva e a condenação do vereador pelo crime de peculato-furto. Requer também a redução dos vencimentos dele em 60% durante o tempo em que durar o processo e o ressarcimento por dano moral à credibilidade da democracia e da imagem dos parlamentares em R$ 200 mil.

*TV Gazeta

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